Porque é que o meu corpo reage ao que a cabeça cala?
Aperto no peito, estômago às voltas, cansaço que o descanso não tira — e os exames não mostram nada? O que a cabeça cala, o corpo mostra. E isso trata-se.
Deito-me e não consigo desligar a cabeça. Como dormir?
O corpo exausto, mas a cabeça acelera mal apaga a luz? A insónia ansiosa alimenta-se do medo de não dormir. Trabalhar o que mantém a mente em alerta muda as noites.
A dor de uma perda: até onde é luto e quando pedir ajuda
Perder alguém deixa uma dor que às vezes assusta. O que é normal no luto, quando a tristeza pode ser mais do que isso, e como não a atravessar sozinho.
Quando o trabalho nos faz sentir pequenos
Há trabalhos que, aos poucos, encolhem a pessoa. Quando o cargo passa a medir o seu valor, cada crítica dói o dobro. Como a terapia ajuda a separar o trabalho da ferida onde ele bate.
Como escolher um psicólogo em Lisboa?
Como escolher um bom psicólogo em Lisboa: formação, experiência no seu tema e, sobretudo, a primeira consulta. Critérios práticos para decidir com confiança.
Quando o sofrimento deixa de ser útil
Nem toda a dor é igual. Há a que faz sentido sentir — e há a que apenas se prolonga sem mudar nada. Saiba distinguir.
Porque é que me importo tanto com o que os outros pensam?
Ensaia frases antes de as dizer e sai de reuniões a rever tudo o que disse? O medo do julgamento não é vaidade — é o receio de ser rejeitado. De onde vem e como o largar.
Porque é que não me sinto feliz, mesmo estando tudo bem?
Esperar uma vida sem dificuldades é a receita para a frustração. O bem-estar constrói-se de outra forma.
Porque é que perco a paciência com os meus filhos?
Levantou a voz outra vez e ficou a sensação de ter falhado. Mas perder a paciência não define a sua parentalidade — o que a define é o que acontece a seguir.
Porque é que reajo sempre de forma exagerada?
A raiva não é o problema — o que fazemos com ela é que pode ser. Perceba o que está por baixo das reações desproporcionadas e como trabalhá-las.
Porque nos desentendemos com quem gostamos
O desentendimento com quem nos é próximo raramente é sobre o que parece. É sobre o que cada um ouviu por baixo das palavras — e o medo antigo que isso tocou.
Dizer não é um ato de cuidado
Dizer sim a tudo não o torna melhor pessoa — esgota-o. Porque pôr limites é uma forma de respeito, por si e pelos outros.
Quando não se sabe bem o que se sente
Nem sempre o mal-estar tem nome. Há só uma inquietação de fundo, a sensação de que algo não está bem — sem se saber o quê. Não é falta de motivo: é um sinal por traduzir.
Quando o trabalho passa a doer
O mesmo trabalho pode ser fonte de sentido ou de desgaste. O que faz a diferença raramente é só a empresa.
Atravessar o medo
Em quase todas as histórias, o herói tem de atravessar a floresta escura — nunca a contornar. Com o medo é igual: fugir alivia, mas alimenta-o.
Quando o sucesso deixa de compensar
Conseguiu o que queria — e, em vez de satisfação, instalou-se um vazio. Não é ingratidão; é um sinal.
Quando o cargo toma conta da identidade
“Sou o que faço.” Quando o trabalho passa a definir quem somos, qualquer abalo profissional abala tudo.
Regressar ao trabalho depois de um esgotamento
Voltar depois de um burnout não é “estar curado”. É um processo — e merece ser feito com cuidado.
Fazer terapia na sua língua materna: porque é que importa
É possível viver uma vida inteira noutra língua e sentir que uma parte de si só existe em português. Porque é que a língua em que faz terapia faz toda a diferença — sobretudo para quem emigrou.
O medo de decidir: quando a responsabilidade paralisa
Quanto mais importante a decisão, mais difícil é tomá-la. Quando o medo de errar paralisa, há trabalho a fazer.