Psicoterapia para relações e decisões difíceis em Lisboa

A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.

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Há meses que pensa nisto. E continua no mesmo sítio

Já fez a lista dos prós e dos contras — mais do que uma vez. Já falou com quem confia e ouviu opiniões nos dois sentidos. Já decidiu, várias vezes, à noite, com clareza absoluta. E de manhã já não tinha a certeza de nada.

Quando uma decisão se arrasta assim, raramente é por falta de informação. É porque há qualquer coisa em jogo que ainda não foi posta em palavras.

O que costuma estar em causa

Caminho entre árvores — psicoterapia para dificuldades nas relações em Lisboa

Ficar ou sair de uma relação. Mudar de vida profissional. Dizer o que se pensa a alguém importante. Sair de casa dos pais, ou voltar. Assumir uma escolha que se sabe que vai desagradar.

O que estas situações têm em comum não é a complexidade objectiva. É que qualquer opção implica perder algo — e não há forma de escolher sem abdicar. Por isso a decisão não avança: não há uma resposta certa à espera de ser descoberta.

Como costuma aparecer

  • Sei o que devia fazer e não consigo fazer

  • Mudo de opinião consoante o dia

  • Tenho medo de me arrepender

  • Já investi demasiado para desistir agora

  • Acho que só quero que alguém me diga o que fazer

  • Não sei se o problema é a situação ou se sou eu

Porque é que não se decide

Há três coisas que costumam manter uma decisão parada.

A primeira é a ambivalência genuína — querer as duas coisas ao mesmo tempo, e as duas por razões legítimas. Isto não é indecisão nem fraqueza de carácter: é a situação a ser, de facto, dividida.

A segunda é o peso do que já foi investido. Anos, esforço, expectativas de outras pessoas. Quanto mais se investiu, mais difícil se torna sair — mesmo quando o que se investiu já não se recupera de nenhuma maneira.

A terceira, e muitas vezes a decisiva, é que não decidir também é uma escolha, mas parece não ser. Adiar dá a sensação de que ainda está tudo em aberto, e evita a responsabilidade de assumir. O custo é que a vida vai passando na versão provisória.

Como funciona o acompanhamento

Não é para lhe dizer o que fazer. Se fosse, já teria resolvido — não faltam pessoas dispostas a dar essa opinião.

É para separar o que está misturado: o que quer, do que acha que devia querer; o receio real, do receio herdado; o que é da situação, do que é um padrão que já se repetiu noutras alturas da sua vida.

Muitas vezes a decisão aparece sozinha quando isso fica claro. E, quando não aparece, pelo menos passa a ser uma escolha assumida — em vez de uma coisa que foi acontecendo.

Primeira consulta

Serve para percebermos, em conjunto, o que está a acontecer e se faz sentido continuar. Não implica compromisso de continuidade.

A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.

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