Psicoterapia para autoestima e falta de confiança em Lisboa
A falta de confiança nota-se quando uma voz interna desvaloriza tudo o que faz, o elogio não assenta e as decisões ficam reféns do medo de falhar ou do que os outros vão pensar. Não é feitio nem falta de esforço: a autoestima aprende-se e também se repara. Em Lisboa ou online, este acompanhamento ajuda a perceber de onde vem essa voz e a construir uma relação mais justa consigo.
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa
Consegue as coisas, mas não as sente como suas — foi sorte, foi à justa, qualquer um faria. Precisa da aprovação dos outros para se sentir bem e, mesmo assim, ela não dura. Antes de decidir, imagina o pior juízo que fariam de si. E há um cansaço de andar sempre a provar qualquer coisa a alguém — muitas vezes a si próprio.
Se isto lhe é familiar, não é modéstia nem falta de capacidade. É uma forma de se olhar que se aprendeu — e que se pode mudar.
Faz, mas nunca sente que é suficiente
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa
Como costuma aparecer
Uma voz interna crítica, que desvaloriza o que faz e quem é.
Dificuldade em aceitar elogios ou em reconhecer o que conquista.
Depender da aprovação dos outros para se sentir bem.
Medo de falhar, de ser julgado ou de desiludir.
Dizer sim quando queria dizer não, para não desagradar.
Comparar-se constantemente e sair sempre a perder.
Não é preciso reconhecer-se em todos. O que importa é quando isto começa a tirar-lhe oportunidades e gosto.
O que está por baixo
A forma como nos vemos aprende-se cedo — no que nos foi dito, no que foi exigido, no que faltou. Quem cresceu a ouvir sobretudo as falhas, ou de quem se esperava sempre mais, aprende que o seu valor depende de desempenhar. Em adulto, isso vira uma régua interna severa, aplicada a si e que nunca aplicaria a mais ninguém.
Por isso “pensar positivo” não chega. O problema não é falta de otimismo — é uma crença antiga sobre o próprio valor, que precisa de ser compreendida e revista, não tapada.
Como funciona o acompanhamento
O trabalho não é convencer-se de que é extraordinário. É perceber de onde vem a autocrítica, reconhecer que ela reflete experiências antigas e não a verdade sobre quem é, e construir, aos poucos, uma relação mais justa e menos dura consigo. À medida que o valor pessoal deixa de estar sempre em jogo, as escolhas tornam-se mais suas e menos ditadas pelo medo.
Não é passar a gostar de tudo em si. É deixar de precisar de prova constante para se sentir bem.
A primeira consulta
Serve para percebermos, em conjunto, o que está a acontecer e se faz sentido continuar. Não implica compromisso de continuidade.
Perguntas frequentes
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Não é feitio. A forma como nos vemos aprende-se e, por isso, também se muda. O que parece “ser assim” é quase sempre um padrão aprendido, que se pode compreender e rever em consulta.
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São próximos. A síndrome do impostor é sentir que não merece o que conquistou e que vão descobrir que não é capaz — uma das formas que a falta de confiança toma em pessoas competentes. Trabalha-se da mesma maneira: no que sustenta essa voz.
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Ajuda pouco sozinho. O problema não é falta de otimismo, é uma crença antiga sobre o próprio valor. Repetir frases positivas por cima disso não pega; rever a crença, sim.
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Sim. Funciona bem online, por videochamada, com a mesma eficácia do presencial. Pode fazer tudo online, ou alternar com sessões no consultório em Lisboa, conforme a sua agenda.