Psicoterapia para ataques de pânico em Lisboa

Um ataque de pânico é uma onda súbita de medo intenso, com sintomas físicos fortes — coração disparado, falta de ar, tonturas, formigueiro, a sensação de que algo terrível vai acontecer. É assustador, mas não é perigoso, e tem tratamento eficaz. Em Lisboa ou online, este acompanhamento ajuda a perceber o que alimenta os ataques e a quebrar o ciclo que os mantém.

A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa

Veio do nada, e achou que ia acontecer o pior

Estava a conduzir, no supermercado, ou simplesmente no sofá. De repente o coração dispara, falta o ar, o chão parece fugir — e a certeza de que algo terrível está a acontecer. Correu às urgências, fizeram exames, estava tudo bem. E ficou com uma pergunta pior do que o susto: e se voltar?

Não está a exagerar nem a inventar. O corpo passou mesmo por uma reação real — só que sem o perigo que ela anuncia.

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Como costuma aparecer

  • Ondas súbitas de medo intenso, com pico em poucos minutos.

  • Coração acelerado, falta de ar, aperto no peito, tonturas, formigueiro.

  • Sensação de irrealidade, de perder o controlo ou de que algo grave vai acontecer.

  • Medo constante de que venha outro ataque — o “medo do medo”.

  • Evitar sítios ou situações onde já aconteceu, ou de onde seria difícil sair.

  • Idas às urgências com exames que não mostram nada.

Não é preciso reconhecer-se em todos. O que importa é quando o medo de novo ataque começa a condicionar o dia a dia.

Porque é que acontece

O ataque de pânico é um alarme de perigo a disparar sem perigo real. O corpo prepara-se para fugir — por isso o coração acelera e a respiração muda. O problema é a interpretação: ler esses sinais como “vou ter um enfarte” ou “vou perder o controlo” aumenta o medo, que aumenta os sintomas, que confirmam o medo. É este ciclo, e não os sintomas em si, que transforma um susto num problema.

Depois instala-se o “medo do medo”: passa-se a vigiar o corpo e a evitar situações, e cada fuga ensina que havia mesmo perigo. É por isto que os ataques tendem a repetir-se e a espalhar-se a mais situações.

Como funciona o acompanhamento

O trabalho é sobre o mecanismo. Percebe-se o que dispara o alarme, desmonta-se a interpretação catastrófica dos sintomas, e treina-se, de forma gradual e no seu ritmo, a deixar de fugir e de evitar — para que o corpo aprenda que a sensação passa sozinha e não é perigosa. Em paralelo, olha-se para o que costuma estar por baixo: stress acumulado, exigência, ansiedade que já vinha de trás.

O objetivo não é nunca mais sentir medo, mas tirar ao pânico o poder de comandar o que faz. É das dificuldades com melhor resposta ao acompanhamento psicológico.

A primeira consulta

Serve para percebermos, em conjunto, o que está a acontecer e se faz sentido continuar. Não implica compromisso de continuidade.

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Perguntas frequentes