Psicoterapia para luto e perda em adultos em Lisboa
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa
Os outros seguiram em frente. A si, ainda dói
Passaram semanas, talvez meses. À sua volta, a vida retomou. E há uma pressão, dos outros ou de si próprio, para já estar melhor.
Mas a falta continua a ocupar tudo. Há dias em que parece que passou, e outros em que a dor volta com a força dos primeiros dias. Uma música, uma data, um cheiro — e está tudo lá outra vez.
Isto não é estar a lidar mal com a perda. É luto. E o luto não tem prazo.
Como se manifesta
O luto é mais do que tristeza
Nem sempre se parece com o que se espera. Muitas vezes aparece como:
Cansaço e dificuldade em concentrar-se, mesmo em coisas simples
Sono e apetite alterados
Raiva, culpa ou um vazio difícil de explicar
Momentos de normalidade seguidos de quebras de repente
A sensação de que ninguém percebe bem o que se passa consigo
Cada pessoa vive o luto à sua maneira. Não há uma forma certa de o fazer.
A perda não é só a morte
Diferentes perdas, a mesma dor
Associa-se o luto à morte. Mas ele acompanha qualquer perda que importa — e reconhecê-lo é, muitas vezes, o primeiro alívio.
Morte de alguém próximo. Separação ou divórcio — o fim de um futuro que se imaginava. Luto antecipado — perder aos poucos quem ainda está, numa doença longa. Perda de saúde ou de um caminho de vida que deixou de ser possível. Perda por suicídio — das mais difíceis, marcada pela culpa e por perguntas sem resposta.
Culpa e raiva
As emoções que custa admitir
Há sentimentos no luto que as pessoas escondem, porque lhes parecem errados. A culpa: devia ter feito mais, não devia sentir alívio. A raiva: de quem partiu, de quem ficou, de si próprio.
Sentir raiva de quem morreu não é falta de amor. Sentir alívio no fim de uma doença longa não é frieza. Quando ficam por dizer, estas emoções pesam mais. Poder falá-las, sem julgamento, é muitas vezes o que faz a dor começar a assentar.
Quando procurar ajuda
Quando a tristeza é mais do que luto
A tristeza faz parte. O importante não é quanto tempo passou — é se há alguma reorganização. Procure apoio quando:
A dor mantém-se tão intensa como no início, sem qualquer alívio ao longo de muito tempo
Deixa de conseguir cumprir o dia a dia — trabalho, sono, relações
Isola-se e evita tudo o que lembra a perda
Aparece a sensação persistente de que nada vale a pena
Quando é assim, não tem de atravessar isto sozinho. Pedir apoio não é fraqueza — é cuidar de si num momento em que isso custa mais.
Como funciona. Primeira consulta
Um espaço para a dor, sem pressa
Em consulta, o luto tem lugar para ser sentido sem pressa e sem julgamento. Para dar nome ao que dói, não estar sozinho com isso e, no seu tempo, reorganizar a vida em torno da ausência — sem esquecer a pessoa que perdeu.
A primeira consulta é, antes de mais, uma conversa. Conta o que o trouxe cá, faço perguntas, e no fim ficamos os dois com uma ideia mais clara. Não implica compromisso de continuidade. Presencial em Lisboa ou online.
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa
Perguntas frequentes
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Não há um prazo fixo. O luto transforma-se mais do que passa. O que importa não é o tempo decorrido, mas se, com ele, a dor deixa de ocupar tudo.
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Sim. São emoções comuns no luto e não significam falta de amor. Pesam mais quando ficam por dizer.
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Sim. Implicam perder um futuro imaginado, uma rotina e uma identidade partilhada — e podem ser acompanhados como tal.
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Sim, para adultos em Portugal e no estrangeiro, em português, com a mesma confidencialidade da consulta presencial.
Se precisar de ajuda imediata: se está a passar por um sofrimento muito intenso e precisa de falar com alguém agora — SNS 24 — 808 24 24 24. Em emergência, ligue 112.