Psicoterapia para perfeccionismo e autoexigência em Lisboa
O perfeccionismo torna-se um peso quando a autocrítica é constante, o erro pesa de mais e o descanso fica sempre para depois de estar tudo impecável — ou seja, quase nunca. Não é falta de humildade nem vaidade: é uma exigência interna que cobra por dentro o que ninguém vê por fora, e trabalha-se. Em Lisboa ou online, o trabalho não é baixar padrões, mas distinguir o rigor que ajuda do que aprisiona.
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em LisboaFaz tudo bem. Mas nunca o suficiente para si
Entregou o trabalho e, em vez de alívio, ficou a pensar no que podia ter ficado melhor. Os outros acharam ótimo. Você viu logo a falha. E o descanso fica sempre para depois de estar tudo impecável — ou seja, quase nunca.
Se isto lhe é familiar, não é falta de humildade nem excesso de vaidade. É uma exigência interna que não dá tréguas, e que costuma cobrar por dentro aquilo que ninguém vê por fora.
Como costuma aparecer
Autocrítica constante, mesmo quando o resultado é bom.Dificuldade em aceitar o erro, por pequeno que seja.A sensação de que nada é suficiente, faça o que fizer.Adiar tarefas por medo de que não fiquem suficientemente bem.Dificuldade em desligar e em descansar sem culpa.Desvalorizar o que conquista — foi sorte, qualquer um fazia.
Não é preciso reconhecer-se em todos. O que importa é quando isto passa a pesar mais do que ajuda.O que sustenta este padrão
Por baixo da autoexigência está, quase sempre, a ideia de que o valor pessoal depende do desempenho — de que se é aceite e respeitado na medida em que se entrega. É um padrão que muitas vezes se aprendeu cedo e que, durante anos, até serviu para conquistar coisas reais.
O problema é que, com o tempo, deixa de proteger e passa a desgastar. A fasquia sobe sempre, o descanso nunca chega, e a pessoa fica refém de uma régua que aplica a si mesma e que nunca aplicaria a mais ninguém.Como funciona o acompanhamento
Trabalhar o perfeccionismo não é passar a fazer mal as coisas nem deixar de ter padrões — esse é o receio mais comum, e é infundado. É compreender de onde vem a exigência, distinguir o rigor que ajuda do que aprisiona, e construir uma relação mais equilibrada entre dar o seu melhor e permitir-se parar.
Aos poucos, o erro deixa de ser uma ameaça ao seu valor e volta a ser o que sempre foi: parte normal de fazer.Como são as sessões
Sessões de cerca de 55 minutos, habitualmente semanais no início e mais espaçadas à medida que as coisas assentam. Presenciais no consultório na Av. 5 de Outubro (Saldanha), em Lisboa, ou online. O espaço é confidencial e sem julgamento.
A primeira consulta
Serve para percebermos, em conjunto, o que está a acontecer e se faz sentido continuar. Não implica compromisso de continuidade.
A primeira consulta não implica compromisso de continuidade.
Sessões presenciais ou online | Consultório em Lisboa
Perguntas frequentes
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Ser exigente é. O problema não é querer fazer bem — é quando o suficientemente bom deixa de existir, o erro é vivido como falha pessoal e o descanso nunca chega. É essa parte que desgasta, e é essa que se trabalha.
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É o receio mais comum e não se confirma. Não se trata de exigir menos, mas de exigir de outra forma — sem que o valor pessoal fique em jogo a cada tarefa. As pessoas costumam continuar a fazer bem, mas a pagar muito menos por isso.
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Muitas vezes andam juntos. A exigência constante mantém o corpo em alerta e alimenta a ansiedade; e a ansiedade, por sua vez, aperta a exigência. Trabalhar um costuma aliviar o outro.
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Trabalha-se. Não é um traço fixo de personalidade — é um padrão que se aprendeu e que, por isso mesmo, se pode compreender e mudar, ao seu ritmo.
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